Percursos Pedestres
PR1 PSR

A Ribeira de Sor será o eixo principal deste percurso, emoldurado pela constante presença do sobreiro. Inicia-se no ponto mais a montante da Zona Ribeirinha. Atravessamos a ribeira pela original ponte pedonal e passamos para a margem esquerda, onde quase todo o percurso se desenvolverá. Acompanhamos o curso de água e passamos pela ponte da cidade continuando por um caminho de terra que nos leva a uma travessia da Ribeira de Vale do Bispo, também em ponte pedonal. Continuando para jusante vamos passando por zonas mais rurais, que vão aproveitando a proximidade da água, e começamos a subir a serra. Esta pequena elevação está coberta por uma floresta de sobreiros, que atravessamos até às portas da aldeia de Ervideira, no extremo sul do percurso. Descemos a serra e voltamos às margens da Ribeira de Sor, acompanhando-a agora contra-corrente. Ao longo desta vamos encontrar alguns moinhos antigos, os moinhos da Tramaga, cuja mecânica hidráulica outrora permitiu transformar o grão do cereal em farinha para a massa do pão. Neste troço natural da ribeira, o som da água corrente mistura-se com o canto das aves. Regressando à ponte sobre a Ribeira de Sor, atravessamo-la e descemos até ao aprazível Parque da Marginal, continuando à beira-rio e passando pelas diversas estruturas de lazer aqui existentes, concluindo o percurso no mesmo ponto onde o iniciámos.
Este percurso integra o projeto “Alentejo Feel Nature”. Visite inmotion.cimaa.pt/pt/percursos/ponte-de-sor
PR2 – Olhar Montargil
Sair do parque de estacionamento do Centro Cultural de Montargil em direção à Igreja de São Sebastião e descer a Rua Manuel Falcão de Sousa. Passar pelo miradouro junto à Santa Casa da Misericórdia e mais em baixo encher a vista de paisagem com a albufeira de Montargil, no miradouro panorâmico.
Após a curva, iniciar a subida à esquerda pela Rua Capitães de Abril e, ao cimo desta, fazer o pequeno desvio de visita à Capela de Santo António. Virar à esquerda pela Rua das Amoreiras, passando junto ao antigo lagar a vapor, que data de 1945. Ao atingir a Rua da Misericórdia, virar à direita em direção à Igreja Paroquial, merecendo destaque a janela de ferro forjado na sua lateral. Antes disso, fazer um pequeno desvio de ida e volta à esquerda para ver a Igreja da Misericórdia.
Seguir pela esquerda da igreja em direção ao Jardim das Afonsas, dar a volta ao Largo do Rossio e subir pela Rua 25 de Abril. Cruzar a Praça da Restauração, onde se encontra o Pelourinho, virar à direita na Rua do Comércio e no final desta seguir pela Rua Luís de Camões, onde está o ponto de partida do percurso, e passar junto ao Centro Cultural de Montargil. Passar a rotunda, seguir em frente pela Rua Dom Fernando e, na bifurcação, seguir pela esquerda na Rua Joaquim Manuel Fernandes.
Cerca de 400 metros após as últimas casas, virar à esquerda pela Rua da Serra em piso de terra batida. Subir até ao Marco Geodésico, onde se encontram várias antenas e apreciar a imensidão da paisagem, sobressaindo a povoação de Montargil e tendo como pano de fundo o grande espelho de água da albufeira. O caminho é tipicamente florestal ladeado por eucaliptos, pinheiros, azinheiras e sobreiros que marcam a paisagem. A descida ao longo do caminho marca a diferença do espaço florestal para as pequenas hortas com árvores de fruto, oliveiras e figueiras. Entrar no espaço urbano pela Rua Manuel Maria Barbosa du Bocage, na pequena placa verde virar á direita e depois à esquerda para seguir pela Avenida da Liberdade e Rua Movimento das Forças Armadas até atingir a Rua Dom Fernando. Virar à direita, cruzar a rotunda e seguir pela Rua Luís de Camões até ao ponto de partida.
Este percurso integra a rede Transalentejo, sobre a qual poderá saber mais aqui:
www.visitalentejo.pt/pt/o-alentejo/natureza/percursos-transalentejo


PR3 – Percurso da Barragem de Montargil
O percurso inicia-se junto ao Posto de Turismo da Estrada Nacional 2 (Montargil) em direção ao bairro da barragem e ao primeiro ponto de paragem que será o marco da construção da barragem. Aqui podemos descobrir algumas informações acerca desta importante construção e conseguimos também observar à distância o descarregador vertical (equipamento cujo acesso não é possível, mas que tem uma importante função na gestão da água da albufeira). Daí seguimos em direção ao paredão da barragem onde teremos de atravessar a Estrada Nacional 2 para o outro lado.
O percurso é agora realizado em terra batida, sempre serpenteando entre as árvores e descendo até ao nível dos canais de rega. Neste trajeto podem ser observadas algumas espécies da fauna e da flora da albufeira, tais como: o coelho, a lebre, o javali, as espargueiras, as túberas, entre outras. Este local insere-se na maior mancha florestal de montado de sobro do mundo. Depois de termos caminhado cerca de 15 minutos, encontramo-nos perto dos canais que levam uma parte da água para as zonas de rega e outra até Santa Justa que se irá juntar com o rio Raia, originando o rio Sorraia.
O percurso de regresso é efetuado no sentido inverso.
PR4 – Percurso de Nossa Senhora dos Prazeres | Vale de Açor
Este percurso inicia-se dentro da aldeia, na Rua 1º de maio, junto à Igreja Paroquial, seguindo depois pela Rua 1º de Dezembro, onde metros mais à frente está a sede do Grupo Desportivo Vale de Sorense. Continua-se sempre a descer a rua e depois vira-se à direita para a Rua Nossa Senhora dos Prazeres. Ao fundo virar para a direita (identificado com uma placa identificação), em direção à estrada de terra batida. Nesta parte do trajeto aproveite para observar uma paisagem típica do Montado até chegar à Ermida. Volte pelo mesmo caminho percorrido, até chegar ao ponto de início do percurso.
Aconselhamos ainda a visitar as obras de arte urbana que se encontram junto ao parque infantil e recinto de festas da aldeia. Poderão consultar o mapa online e ficar a conhecer ao pormenor o roteiro de arte urbana que abrange todo o concelho. Aí poderá também obter informação detalhada sobre as obras e os artistas.



