Saltar para os conteúdos

Visitar

CAPELA DO SENHOR DAS ALMAS DE GALVEIAS 

Situado já fora de Galveias, na estrada que segue para Ponte de Sor, é um edifício simples mas elegante, com frontaria de espaldar recortado, rasgada ao centro por um óculo, entre duas pilastras de alvenaria encimadas por coruchéus. Tem anexa à esquerda uma pequena edificação que serve de sacristia e que pode ter sido a primitiva capela, apresentando um altar em alvenaria, com um baixo-relevo onde é possível ainda identificar algumas figuras semelhantes às típicas representações das Almas no Purgatório.


IGREJA MATRIZ DE MONTARGIL (SÉC. XVI) 

A origem do edifício atual remonta, pelo menos, a finais do século XVI, embora tenha sofrido importantes obras no século XVIII e, mais recentemente, na década de 1960. A fachada principal apresenta largo respaldo recortado, encimado por uma cruz entre duas volutas; à esquerda, a torre sineira, com quatro olhais e cúpula semiesférica; o portal em mármore é encimado pelo janelão do coro alto, com vitral.


CAPELA DE SANTO ANTÓNIO DE MONTARGIL (SÉC. XVIII) 

Datada, pelo menos, do século XVIII, foi alvo de uma recente intervenção de restauro (2011). Situada num ponto alto e com uma vista privilegiada, a Capela apresenta uma fachada simples e despojada, com portal reto ao centro e duas pequenas janelas laterais, gradeadas, conjunto enquadrado por pilastras encimadas por fogaréus piriformes; sobreposto ao frontão, no centro, o campanário.


CAPELA DA MISERICÓRDIA DE MONTARGIL (SÉC. XVI) 

A Santa Casa da Misericórdia de Montargil data de 1575, tendo a respetiva igreja começado a ser construída de imediato. O edifício original data, pois, de finais do século XVI, embora tenha beneficiado de várias obras ao longo dos séculos XVII, XVIII e XIX, tendo o interior sido alvo de uma intervenção de conservação e restauro na década de 1990.


CAPELA DO SENHOR DAS ALMAS DE PONTE DE SOR (SÉC. XIX) 

Edifício de dimensões exíguas e planta bastante simples, datado provavelmente do século XIX. No exterior, portal de linhas retas, enquadrado por duas pilastras, e frontão contracurvado, encimado por uma cruz metálica e decorado por acrotérios em alvenaria de formato cónico, nas extremidades laterais.


IGREJA MATRIZ DE PONTE DE SOR (1903) 

Começou a ser construída em 1887, face à ruína da antiga Igreja Matriz, e foi inaugurada em 1903. O projeto é da autoria do arquiteto Ângelo Coelho. A capela-mor sofreu uma ampliação em 1942 e o mais recente restauro data de 2003, ano da comemoração do centenário do edifício. Trata-se de uma obra de cariz neogótico, cuja fachada é marcada pela torre do campanário, que termina em coruchéu octogonal.


CAPELA DE SÃO PEDRO DE PONTE DE SOR (SÉC. XVII?) 

Situada na parte sul da antiga Vila e no pequeno Largo junto ao Rossio, que outrora se chamou Largo de São Pedro. A referência mais antiga a esta Capela, feita na Corografia Portugueza de Padre Carvalho da Costa, demonstra que já existia no início do século XVIII, datando provavelmente da centúria anterior.


ERMIDA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES (SÉC. XVI?) 

Localizada nas proximidades da aldeia de Vale de Açor, tem origens remotas, sendo já referida em meados do século XVII, numa obra sobre o Bispado de Elvas. Segundo Mário Saa, a Capela correspondia à capelania de Alperejão, uma das duas do concelho de Seda, havendo vestígios de ocupação romana do local; com a ruína da capela primitiva, aquela capelania teria sido transferida para Ervideira, no final do século XVI, dando origem à freguesia de S. Pedro de Ervideira.


CAPELA DE SÃO PEDRO DE GALVEIAS (SÉCULO XVIII) 

Situado na extremidade da povoação de Galveias, na estrada para Ponte de Sor, trata-se de um pequeno e elegante edifício do século XVIII. É constituído por dois corpos distintos, sendo o primeiro de planta retangular e o segundo, correspondente à capela-mor, de planta circular, com cobertura em abóbada.


CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO (SÉC. XVII) 

A identificação dos ermitães responsáveis por esta Capela, que se encontra registada na Chancelaria da Ordem de Avis, permite assegurar que já existia no século XVII. Trata-se de um edifício muito simples e de pequenas dimensões, com uma só nave e um único altar em alvenaria.


CAPELA DE SANTO ANTÓNIO DE GALVEIAS (SÉC. XVII) 

Data do início de seiscentos. No exterior, fachada simples, com um único vão, destacando-se, na cobertura da parte posterior do edifício, a cúpula arabizante de fabrico tradicional de tijolo. O valor artístico desta Capela reside no seu interior, nomeadamente no conjunto de “frescos” datado da segunda metade do século XVII, que reveste a parte superior das paredes do corpo principal do edifício e toda a cúpula, com grande efeito cenográfico.


IGREJA MATRIZ DE GALVEIAS (SÉC. XVI) 

Dedicada a S. Lourenço, padroeiro da freguesia, foi construída no século XVI, apesar de muito modificada desde então por diversas obras. A fachada apresenta um corpo central, de frontão recortado, com duas urnas nas extremidades, e duas torres quadradas, com cúpulas assimétricas, que flanqueiam o edifício.


CAPELA DA MISERICÓRDIA DE GALVEIAS (SÉC. XVIII) 

Capela da Misericórdia de Galveias (séc. XVIII). Classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977. Edificação barroca, que obedece à habitual configuração das Misericórdias, com igreja e consistório anexo, esta Capela deverá ter sido reconstruída no decorrer do século XVIII; a data de 1803 inscrita sobre o portal principal poderá corresponder à fachada ou à conclusão de uma campanha de obras iniciada no século XVIII e prolongada, eventualmente, até ao início da centúria seguinte.


Montargil na Rota do Sagrado

A ocupação humana do território da atual freguesia de Montargil remonta à Pré-História, mantendo-se ininterruptamente até ao período romano. Após um despovoamento que atravessa toda a Idade Média, a partir do século XIV desenvolve-se na povoação de Montargil uma pequena comunidade dotada de uma vida social própria, que perdura até à atualidade.

Em 1332, o concelho de Montargil, que se terá constituído a partir do desmembramento do de Santarém, encontrava-se já instituído, e, desde 1542, no reinado de D. João III, a vila passou a poder eleger os seus juízes e oficiais, ter bandeira, selo e levantar pelourinho.


IGREJA DA MISERICÓRDIA 

De construção Quinhentista, apresenta portal ladeado por colunas de capitéis decorados com folhas de acanto e encimado por frontão triangular com as armas da Coroa Portuguesa. A Igreja é ladeada, à esquerda, pelo antigo Hospital, construído no século XVIII, e, à direita, pela sacristia e a antiga Casa da Mesa ou Consistório, onde se reuniam os irmãos que dirigiam a Misericórdia.


CAPELA DO SENHOR DAS ALMAS 

A Capela do Senhor das Almas substituiu, em 1930, um pequeno nicho no tronco de um sobreiro que, nesse mesmo local, servia para rezar pelas almas do purgatório. Atualmente, uma romaria popular anual, celebrada em setembro, festeja nesse local a exaltação da Santa Cruz.


PELOURINHO 

Símbolo da autonomia municipal e local onde, entre outros aspetos, se aplicava a justiça, com exceção da pena capital. Este monumento, erguido em 1957 no local onde se julga ter-se situado o pelourinho original, permanece como o símbolo do período em que Montargil foi sede de concelho, entre o século XIV e 1855.


IGREJA PAROQUIAL DE MONTARGIL 

A origem do edifício atual remonta, pelo menos, a finais do século XVI, embora tenha sofrido importantes obras nos séculos XVIII e XX. Apresenta planta em cruz latina e uma só nave, destacando-se no seu interior, do ponto de vista artístico, a Capela do Senhor dos Passos, em estilo rocaille. O orago deste templo é Santo Ildefonso, Arcebispo de Toledo. No largo lateral à Igreja está presente um cruzeiro, construído em granito, tendo sido erguido para comemorar o ano santo de 1950, enquanto na parede da sacristia sobressai uma janela de ferro forjado datada do século XVII. Nas traseiras da atual Igreja funcionou, até ao início do século XX, uma prisão que, após o seu desmantelamento, foi anexada ao templo.


CAPELA DE SÃO PEDRO 

Edifício de frontão triangular, planta retangular, de uma só nave e capela-mor, com pinturas populares nas paredes laterais e teto, é dedicado ao apóstolo São Pedro, primeiro Papa e um dos fundadores da Igreja Católica.


IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO 

Vem referida nas Memórias Paroquiais de 1758, mas será provavelmente anterior. Situa-se no largo a que dá o nome, a poente e em plano elevado, na chamada zona do Outeiro. Invoca São Sebastião, soldado romano do século III d. C., cuja devoção foi trazida para a Península Ibérica por influência romana.


CAPELA DE SANTO ANTÓNIO 

Edifício composto por dois corpos, com capela-mor de planta circular e sendo a nave única, de forma retangular, possivelmente adaptada de um primitivo vestíbulo aberto ao exterior. No interior pode-se admirar um retábulo em madeira entalhada e dourada a ouro fino, em estilo barroco, datável do final do século XVIII. Conta a lenda que as raparigas em idade de casar tentavam, de olhos vendados, acertar com a chave na fechadura da porta da Capela; o número de tentativas representaria os anos de espera pelo casamento.